28 de dezembro de 1918 - Morre o poeta e jornalista Olavo Bilac




No dia 28 de dezembro de 1918 morria, no Rio de Janeiro, o jornalista e escritor Olavo Brás Martins dos Guimarães Bilac, membro fundador da Academia Brasileira de Letras, em 1896. Nascido na capital fluminense no dia 16 de dezembro de 1865, ele é considerado o mais importante dos poetas parnasianos do Brasil. 

Apesar de ter ingressado nos cursos de medicina e de direito, não concluiu nenhum deles. Ele preferia a vida de jornalista, poeta e as rodas de boêmia e de literatura do Rio. Por conta de sua profissão e de seu contato com intelectuais e políticos arranjou o emprego de inspetor escolar. Na vida pessoal, foi apaixonado por Amélia de Oliveira, irmã do poeta Alberto de Oliveira. Mas, o casamento não aconteceu, pois a família dela não acreditava em um futuro promissor ao lado de Bilac. 

Ele voltou a noivar, desta vez com Maria Selika, mas este relacionamento também não evoluiu para um casamento. Com isso, ele nunca se casou e nem teve filhos. Republicano e nacionalista, ele escreveu a letra do Hino à Bandeira (1907) e fez oposição ao governo de Floriano Peixoto. Por conta disso, foi preso e ficou quatro meses na cadeia. No fim da sua vida e reconhecido, Bilac recebeu o título de professor honorário da Universidade de São Paulo. Também foi eleito Príncipe dos Poetas Brasileiros pela revista Fon-Fon, em 1907.


Algumas frases:


"Não sei de glória mais alta do que a glória de quem ama" 

"Só quem ama pode ter ouvido capaz de ouvir e de entender estrelas" 

"O medo é o pai da crença" 

"Há numa vida humana cem mil vidas"

"Cabem num coração cem mil pecados" 


(Olavo Bilac) 



Fonte: Hoje na História

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