10 de mai de 2013



LUÍS ANTÔNIO GIRON


No fim da vida, o historiador se perguntava como as artes sobreviveriam ao assalto das massas e da internet


VERSÁTIL O historiador Eric Hobsbawm nos  anos 2000, em fotomontagem inspirada em Andy Warhol. Ele foi marxista  e saudosista (Foto: Divulgação)

VERSÁTIL
O historiador Eric Hobsbawm nos anos 2000, em fotomontagem inspirada em Andy Warhol. Ele foi marxista e saudosista (Foto: Divulgação)



Quando o historiador britânico Eric Hobsbawm morreu de pneumonia, em 1º de outubro de 2012, aos 95 anos, consagrado e cercado por mulher e três filhos, não demonstrava sossego nem resignação. 

Ainda fazia planos de publicar novos livros. Ocupava-se, entre outros assuntos, do futuro da arte e da cultura no século XXI. 

Não se conformava com a decadência que as artes plásticas e a literatura experimentaram na era do consumo de massa e se dizia perplexo com a consolidação da internet. 

Ainda assim, esforçava-se para entender o que acontecera com tudo que aprendera a amar: o jazz, a ópera, os festivais literários, o futebol e o ideal de revolução preconizado pelos pensadores marxistas, seus mestres.

Veja mais: 

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Leia um capítulo de Tempos fraturados
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